Exercícios para o cérebro ajudam a prevenir doenças

Exercícios para o cérebro ajudam a prevenir doenças


Você sabia que os exercícios também são importantes para manter o cérebro saudável?

Pois é, exercitar a mente é um fator primordial para evitar doenças, sobretudo as neurodegenerativas, como o Alzheimer. Medidas simples são a chave para o sucesso, que devem ser realizadas de forma contínua, por toda a vida.

Todos nós envelhecemos e, concomitantemente a este processo, temos alterações cerebrais, bem como em todo o organismo. Há diferenças no desempenho de diversas tarefas, quando comparamos o idoso ao jovem, por exemplo.

Memória: descubra se a sua está em dia

Boa alimentação, exercício físico, atividade mental constante e manutenção de rede social rica trazem benefícios para o funcionamento cerebral em qualquer idade, principalmente na população mais velha.





Alzheimer

O Alzheimer, doença neurodegenerativa que acomete 44 milhões de pessoas em todo o planeta, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), é uma das quais pode ser prevenida por meio de estimulação cognitiva. Provocando declínio das funções intelectuais, diminuindo a capacidade de trabalhar e de realizar adequadamente atividades rotineiras, afeta primeiramente a memória recente – com a passar do tempo, os déficits aumentam e afetam a capacidade de orientação, compreensão e atenção.

Ações que melhoram a qualidade de vida são essenciais para diminuir a ação da enfermidade, em particular, e proteger a saúde mental, em geral:


  • tratar os fatores cardiovasculares e os problemas de humor e depressão;
  • elevar convívio social;
  • praticar atividade física rotineira, pelo menos 150 minutos semanais; e
  • dieta saudável, com pouca carne vermelha e carboidrato, e bastante peixe, legumes, frutas e verduras são alguns hábitos que amenizam a doença.


O tratamento à base de remédios visa amenizar e retardar os efeitos da doença, a fim de corrigir o desequilíbrio químico do cérebro. Os sintomas psicológicos e comportamentais são tratados com remédios específicos e controlados, indicados para o controle da agitação, agressividade, alteração do sono, ansiedade, depressão, apatia, alucinações e delírios.

Métodos alternativos são empregados para melhorar a qualidade de vida do paciente, com terapias ocupacionais, fisioterapia e fonoaudiologia. É importante manter o contato social com amigos e familiares, além de atividades de estimulação cognitiva, que favorecem a funcionalidade do cérebro.

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